Existe uma estatística que deveria estar na cabeça de qualquer dono de negócio no Paraguai agora mesmo: o país vai fechar 2025 com um crescimento econômico de 6%, segundo o Banco Central do Paraguai (BCP) — mais do dobro dos 2,7% esperados em média para o resto da América Latina. E não é um dado isolado: a CEPAL coloca o Paraguai como a economia de maior crescimento de toda a região, tanto em 2025 (5,5%) quanto na projeção para 2026 (4,5%).
É uma boa notícia. O problema é que muito poucos negócios estão posicionados para aproveitá-la — e o motivo não tem nada a ver com a qualidade dos seus produtos ou serviços, e sim com algo bem mais simples: a maioria ainda não existe na internet.
Um país que cresce rápido, com um consumidor que já está online
O crescimento paraguaio não vem só da soja ou da energia, como muitos ainda pensam. O próprio BCP aponta que o impulso atual vem dos serviços, da manufatura e da construção, junto com uma demanda interna cada vez mais dinâmica. Ou seja: gente comprando, negócios se movendo, dinheiro circulando dentro do país.
E essas pessoas quase não se movem mais sem o celular na mão. Segundo dados atualizados de 2025-2026, 85,4% da população paraguaia de 10 anos ou mais já é usuária de internet. O comércio eletrônico cresceu 23% só em 2025, segundo a Câmara Paraguaia de Comércio Eletrônico (Capace), movimentando mais de USD 2 bilhões — 4,7% do PIB nacional. E o dado mais contundente: 8 em cada 10 paraguaios fizeram pelo menos uma compra online no último ano.
O paraguaio comum já decidiu comprar pela internet. A pergunta é de quem ele está comprando.
O outro lado da moeda: negócios invisíveis
Aqui está a parte incômoda. Apesar de todo esse crescimento digital do lado do consumidor, o comércio eletrônico ainda representa apenas entre 7% e 10% do total das vendas no varejo do país — bem abaixo de mercados mais maduros da região. E segundo o estudo Chequeo Digital (MIC/BID/PNUD, 2025), 78,7% das microempresas paraguaias simplesmente não têm site próprio.
Traduzindo: o dinheiro digital já está circulando, mas a maioria dos negócios paraguaios nem tem um lugar onde esse dinheiro possa encontrá-los. Não é que falte demanda. É que essa demanda está comprando de outro — muitas vezes de lojas estrangeiras, que hoje ficam com uma fatia enorme do comércio eletrônico feito a partir do Paraguai, simplesmente porque são as que aparecem quando alguém busca.
Onde está a maior oportunidade?
Essa lacuna não é igual em todos os setores. Há segmentos onde literalmente compete quem aparece contra quem não existe:
- Peças e oficinas de moto: movimento enorme nas redes sociais, quase nenhuma presença própria na web.
- Móveis e eletrodomésticos: o setor típico do "tudo pelo WhatsApp", ideal para um catálogo online que nunca dorme.
- Materiais de construção: justamente o setor que o próprio BCP aponta como motor do crescimento atual — e um dos mais atrasados em digitalização.
- Cooperativas e setor agropecuário: coluna vertebral da economia paraguaia, quase sem presença digital própria.
- Serviços gerais (pintura, elétrica, manutenção): vivem pura e exclusivamente do boca a boca. Para quem busca "eletricista perto de mim" no Google, simplesmente não existem.
- Transporte e logística: setor B2B de alto valor por operação, mas com alguns dos sites mais pobres ou inexistentes do mercado.
Se o seu negócio está em algum desses setores, não se trata de saber se vale a pena ter um site. Trata-se de quanto tempo mais você pode se dar ao luxo de não ter um, enquanto o resto do mercado continua crescendo sem você.
O que isso significa para o seu negócio, em números simples
Pense assim: se o seu negócio perde um único cliente em potencial por semana porque essa pessoa te buscou no Google e não te encontrou — ou te encontrou e a concorrência tinha um site que gerava mais confiança — são mais de 50 oportunidades perdidas por ano. Em um país que cresce o dobro do ritmo da região, essas oportunidades não desaparecem: simplesmente outro as capta.
Um site bem feito não é um gasto de imagem. É a forma mais barata de estar onde o seu cliente já está, num momento em que o mercado paraguaio inteiro está se movendo para o digital a toda velocidade.
Como pensamos isso na KapeDev
Na KapeDev não saímos vendendo sites genéricos nem templates feitos em série. Somos um estúdio que está começando agora, e transformamos isso na nossa vantagem: cada projeto recebe atenção completa, sem produção em massa. Antes de oferecer qualquer coisa, entendemos o seu setor, como o seu cliente te busca e o que ele precisa ver para confiar em você.
E não paramos em "um site bonito". Trabalhamos cada projeto pensando em fazer o Google te encontrar primeiro — velocidade de carregamento, design adaptado para celular (onde acontece quase toda a navegação no Paraguai) e uma estrutura pensada para posicionar, não só para decorar. Preferimos fazer poucos projetos muito bem cuidados do que muitos apressados.
Perguntas frequentes
Vale mesmo a pena ter um site se meu negócio já vende bem pelas redes sociais?
As redes ajudam a mostrar sua marca, mas não te posicionam no Google nem transmitem a mesma confiança que um site próprio — 75% dos usuários julgam a seriedade de um negócio pela presença na web, não só pelas redes.
Quanto tempo leva para colocar meu negócio online?
Depende do tipo de site, mas um projeto bem planejado (catálogo, landing page ou site de serviços) pode ficar pronto em poucas semanas se o conteúdo e as fotos já estiverem disponíveis.
Meu setor é tradicional demais para ter um site?
Nenhum setor é. Na verdade, quanto mais tradicional é o seu setor, maior a vantagem de ser um dos primeiros a aparecer online diante de uma concorrência que ainda não fez isso.
Tem um negócio no Paraguai e quer saber como ficaria o seu site? Chama a gente e montamos uma proposta pensada especificamente para o seu setor.
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